CHARRUA( uruguaya ,oriental o yorugua)------------------la primer CHARRUA( uruguaya ,oriental o yorugua) que fue jurado del Metropolitano de Tango y del Jurado Mundial ,por merito propio,ahora seleccionada como "maestra reconocida mundialmente",dara un Seminario de Alta Intensidad en el Mundial.No solo es futbol mundial el Uruguay."Tanguera Ilustre de Buenos Aires" "Condor de Oro de San Luis,Argentina....Quien es? L.L. pasion,voluntad y tecnica.Tecnica,voluntad y pasion.Abriendo caminos para Uruguay,embajadora cultural de este Paisito que es un gran Pais con mayuscula. -- Ver .The one,
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martes, 31 de enero de 2012

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Facebook é a fogueira do século XXI, diz Michio Kaku

Para o divulgador de ciências americano, a exemplo do que fazia ao redor do fogo, homem se reúne em torno da rede para compartilhar informações

Renata Honorato

Michio Kaku durante a sua apresentação na Campus Party (Cristiano Sant´Anna/indicefoto.com )

O físico Michio Kaku, de 65 anos, é professor da Universidade da Cidade de Nova York e uma espécie de tradutor da ciência de ponta para os leigos. Autor de nove livros (o mais recente é Physics of the Future: How Science Will Shape Human Destiny and Our Daily Lives by the Year 2100), o pesquisador protagoniza documentários no Discovery Channel e na BBC onde apresenta de forma didática as grandes descobertas da física moderna. É, além disso, entusiasta da internet e das redes sociais. Na entrevista concedida ao site de VEJA durante a Campus Party, no último sábado, ele afirmou que o destino do Facebook é crescer e que seu papel na sociedade é o mesmo exercido pela fogueira ao longo da civilização: se, no passado, o ser humano se reunia em torno do fogo para contar e ouvir histórias, hoje, as pessoas usam a plataforma para compartilhar o que sabem e se informar. " Ainda trocamos informações sobre quem fez o quê, quem está se destacando, quem está seguindo tendências, quem está se envolvendo em escândalos", diz. Confira os principais trechos da entrevista a seguir.

Em seu último livro, o senhor diz que, no futuro, as pessoas irão interagir por meio de avatares holográficos. O que isso vai mudar nas relações humanas? Quando o telefone foi inventado, muitas pessoas criticaram a nova tecnologia e questionaram a sobrevivência das relações humanas. Na época, dizia-se que não iríamos mais conversar à mesa do jantar. Os críticos estavam certos. Já não falamos tanto com nossos familiares, mas expandimos nosso círculo de amigos. Atualmente, as crianças jogam videogame com parceiros na Rússia, Austrália ou Islândia, e isso está aumentando o nosso círculo de relacionamentos, e não reduzindo-o. Pense, por exemplo, em um asilo. O asilo sempre foi um lugar muito triste, porque era onde as pessoas esperavam pela morte. Hoje, com a internet, isso mudou. Agora, os idosos podem jogar cartas com pessoas de todo o mundo ou encontrar indivíduos com hábitos peculiares como os seus em outros países e continentes. É como uma faca de dois gumes, reconheço: de um lado, não temos tantos contatos pessoais como antes; de outro, elevamos nossos contatos digitais para milhões ou bilhões.

O futuro, segundo Michio Kaku

• Os computadores como conhecemos irão desaparecer: todos os dispositivos e objetos a nosso redor serão 'inteligentes' e estarão conectados
• Passaremos do capitalismo de commodities para o capitalismo intelectual: atividades repetitivas perderão valor; o conhecimento será valorizado
• A medicina será integrada à ciência da computação: procedimentos não serão mais invasivos, mas realizados por microdispositivos inteligentes
www.mkaku.org
O senhor joga videogames? Não. Mas é preciso reconhecer que a indústria de games é muito maior do que a de Hollywood, e eu acho que existe um bom aspecto nisso. É uma tendência crianças pensarem digitalmente e serem atraídas pelas novas tecnologias. Os games as preparam para o novo mundo. Esse é o futuro de suas carreiras, entretenimento e interação social.

As redes sociais são plataformas muito populares no Brasil. O que acontecerá com Facebook e Twitter nos próximos anos? Eles se tornarão ainda maiores. Isso porque não vamos mudar nossa personalidade nos próximos 100.000 anos. Nos 100.000 anos anteriores, trocamos a pedra pelo GPS, mas nosso cérebro não mudou e ainda amamos a fogueira: em torno dela, contamos histórias e rumores. Ainda trocamos informações sobre quem fez o quê, quem está se destacando, quem está seguindo tendências, quem está se envolvendo em escândalos. O Facebook é a fogueira da atualidade. A grande diferença é que agora podemos fofocar com bilhões de pessoas (risos). A natureza humana não mudou nos últimos 100.000 anos e 99,9% das pessoas que vivem no planeta Terra se comunicam através de fofocas. Temos a necessidade de saber rumores sobre a vida dos famosos, dos bonitos – isso é normal.

Em seu livro, o senhor também diz que, no passado, as pessoas criavam deuses porque não conseguiam compreender os grandes fenômenos da natureza, mas que, no futuro, seremos nossos próprios deuses. O que isso significa? Realmente seremos deuses. Pense em um idoso em 1900, quando longas viagens sequer passavam pela cabeça dele. Se ele pudesse viajar no tempo para conversar com uma pessoa de hoje, certamente a consideraria uma feiticeira. O mesmo acontece agora. Se imaginarmos uma criança em 2100, é possível compará-la a um deus. O que os deuses fazem? Eles controlam coisas através do pensamento. O individuo do futuro também terá corpo perfeito e será sempre jovem, como o deus grego Apolo. Ele tinha carruagens voadoras e nós teremos carros voadores. O Pégasus (cavalo alado) é um animal que não existe, mas poderemos criar animais mitológicos no futuro. Seremos mais felizes? A resposta é: não. A natureza não mudou nos últimos milhares de anos e os humanos sempre vão ter do que reclamar. Mesmo com o poder dos deuses, vamos querer mais poder, e isso não nos garantirá a felicidade.

Os cursos on-line não têm a mesma credibilidade dos cursos presenciais. O que vai mudar na educação nos próximos anos? Somos animais sociais e não mudamos muito nos últimos 100.000 anos. Gostamos de mentores. A cada dia encontraremos mais e mais literatura de grandes pesquisadores na internet, mas atividades como orientar, aconselhar e guiar continuarão sendo executadas pessoalmente. Isso não vai mudar, porque esse processo nos ajuda a entender quem somos. Máquinas não têm senso comum e não entendem como os humanos interagem.

veja
3 \ MySpace
O curioso – e tímido – crescimento do MySpace nos EUA



Há poucos dias, a empresa de métricas comScore apresentou um dado nada desprezível sobre a rede social MySpace, que parecia estar no chão: o site voltado ao público apaixonado por música amealhou novos usuários e, após um ano de queda vertiginosa, voltou a crescer.


Leia também: redes de nicho – elas sobrevivem?

O acesso ao MySpace cresceu 4% no mês de janeiro, considerando-se o número de visitantes únicos nos Estados Unidos. Assim, a rede se mantém à frente dos crescentes Google+ e Tumblr. Segundo a versão digital do jornal americano The New York Times, o atual executivo do MySpace, Chris Vanderhook, anunciará nos próximos dias o acréscimo de 1 milhão de usuários à plataforma. É uma vitória – e uma sobrevida para fazer esquecer o passado sombrio.

Fundado em 2003 e vendido dois anos depois por cerca de 580 milhões de dólares para a News Corp., do magnata das comunicações Rupert Murdoch, o MySpace foi pioneiro no segmento. Chegou a reunir mais de 230 milhões de usuários em todo o mundo. Foi o Facebook do período compreendido entre 2003 e 2006.

Na época, grandes empresas como Unilever, Disney, Fox e Pepsi recorreram ao site para alimentar comunidades relacionadas a suas marcas. Desde 2008, contudo, o site perdia prestígio continuamente pela simples razão de não evoluir na velocidade do amadurecimento de seus usuários. Em seguida, tentou sucessivas (e mal-planejadas) mudanças, mas não parou de sangrar, perdendo adeptos para o rival Facebook. Já era tarde.

Desvalorizado, o site foi vendido em junho de 2011 por 35 milhões de dólares para o grupo de publicidade digital Specific Media, que tem como um de seus acionistas o cantor e produtor Justin Timberlake. Desde então, três ações foram executadas para garantir o crescimento: a atualização do próprio serviço – com o lançamento de um novo player de música -, a humilde interação com Twitter e Facebook, duas plataformas que, de rivais, tornaram-se aliadas, além do novo acordo fechado com produtores musicais, que já garantiu ao site a lista de 45 milhões de fonogramas, número superior ao de seu atual maior rival, o Spotify.

Os números da comScore sugerem que, com um projeto consistente, o MySpace pode prosperar como uma rede social voltada exclusivamente à música.

Tags: Comscore, crescimento, MySpace, novos usuários, rede social

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martes, 15 de noviembre de 2011

Facebook hackeado, se inunda de pornografía y violencia Martes 15 de Noviembre de 2011 08:00:45 | Aún no se sabe la autoría del ataque. Hay miles de

Facebook hackeado, se inunda de pornografía y violencia
Martes 15 de Noviembre de 2011 08:00:45 | Aún no se sabe la autoría del ataque. Hay miles de perfiles comprometidos en el ataque más grave que ha recibido la red social.


| Ampliar imagen

La quejas de miles de usuarios a través de Twitter no dejan lugar a dudas. Facebook ha sido hackeado introduciendo en el timeline imágenes impactantes y tremendamente duras sobre actos de violencia, auto-mutilación y pornografía.

En estos momentos no se sabe la autoría del ataque aunque se apunta a 4Chan. Miles de perfiles comprometidos en el ataque más grave que ha recibido la red social.

El problema según apuntan desde Zdnet comenzó hace 48 horas reproduciéndose poco a poco hasta el lunes por la noche, momento en el que cientos de usuarios han comenzado a quejarse en masa de lo ocurrido, sobre todo a través de Twitter.

La mayoría explican que desde el muro de las noticias se muestran todo tipo de imágenes de brutalidad sin su consentimiento. Otros explican que incluso se les ha añadido un “me gusta” a estas fotografías desde sus cuentas. Enlaces a vídeos, mensajes falsos de chat o fotos etiquetadas con sus nombres son varias de las acciones que parecen estar ocurriendo.

Todo apunta a un tipo de spam que se ha expandido a gran escala y que parece ciertamente planeado con anterioridad. Tampoco se sabe por el gran volumen de demandas y quejas si el spam se genera haciendo click sobre los enlaces o si se trata de un ataque real que se ha apovechado de algún tipo de vulnerabilidad en el código del servicio.

A estas horas tampoco se sabe quién está detrás de estos ataques pero como en otras ocasiones, no falta quién apunta a Anonymous (quienes desmintieron anteriormente cualquier ataque a Facebook) o desde 4Chan.

Desde Facebook aún no se ha comentado nada aunque se espera algún tipo de declaración en las próximas horas.


Fuente: http://alt1040.com/2011/11/facebook-hackeado-se-inunda-de-pornografia-y-violencia-el-timeline-de-miles-de-usuarios

sábado, 29 de octubre de 2011

¿Facebook sí o no? El debate por el uso de las redes sociales y los celulares en el aula. Viernes 28 de Octubre del 2011 | 12:43 Email Print SANCIÓN

¿Facebook sí o no?
El debate por el uso de las redes sociales y los celulares en el aula.
Viernes 28 de Octubre del 2011 | 12:43


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SANCIÓN Y FALLO. Facebook en el ojo de la tormenta.
Tras el fallo que Entre Ríos que anuló una sanción aplicada por una escuela a una alumna de tercer año que usó el celular mientras tenía clases y subió fotos a Facebook, el debate vuelve a instalarse: ¿los chicos pueden usar o no las redes sociales y los teléfonos móviles en el aula?
"Estoy totalmente en desacuerdo. Hemos sido desprestigiados durante mucho tiempo en la docencia y lamentablemente estos fallos nos siguen desprestigiando", dijo la directora departamental de Escuelas de Colón, María Elizabeth García de Serpa. Lo mismo opinó el director de Escuelas de Paraná, Roque Caviglia: "Esto afecta la autoridad de la escuela, y cuestiona una resolución del Consejo de Educación, que es muy prolija".
Para el padre de la alumna, Jorge Graciani, "no hubo proporcionalidad en la sanción": "Mi hija es abanderada de la primaria y secundaria y tiene una conducta intachable".
EL DEBATE EN LA COMUNIDAD DE TN.COM.AR
"Yo estudié sistemas y ahora trabajo como programador y en la clase no hacíamos esas pavadas. Las pc's y celus en la casa, en la facultad el profesor y los textos", comentó Damián Gutiérrez. Para Pedro Miraglia el hecho es "una vergüenza". "Estamos todos locos, cada vez más flexibilidad de las normas, cada vez se permiten más cosas", agregó.
"La escuela, y particularmente el aula, es un espacio para ir a trabajar y a aprender. El celular es para el recreo", afirmó Daniel Cosme Amarfil.
También hay voces que defienden el uso de los teléfonos en la escuela, como Maria: "No me parece bien que los chicos esten con el celular sacando fotos, sí para comunicarse por cualquier problema a los padres. Ahora querer sacarle la condicion de abanderada, es siniestro".
¿Vos qué opinás?
Leer más: Sociedad, celular en clase, Colón, de San José, entre rios, facebook, fallo, instituto Niño Jesús, sancion, Superior Tribunal de Justicia, Carlos Chiara Díaz, María Elizabeth García de Serpa, Roque Caviglia
by T N

miércoles, 26 de octubre de 2011

Condenados a gustar (en Facebook), condenados a seguir (en Twitter) La gestión de la reputación digital puede resultar fatigante KARELIA VÁZQUEZ - Mad

Condenados a gustar (en Facebook), condenados a seguir (en Twitter)
La gestión de la reputación digital puede resultar fatigante
KARELIA VÁZQUEZ - Madrid - 25/10/2011
Vota Resultado 263 votos Comentarios - 68

La ingeniería social se complica. Si ya era difícil quedar bien con todo el mundo en la vida analógica, el protocolo digital multiplica las reglas de una cortesía desbordada que, al menos, yo no había sentido la necesidad de poner en práctica hasta ahora.

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Antes controlaba. Sabía perfectamente cuándo había sido borde, a quién había puesto mala cara o con quién no me había portado del todo bien. Unas veces estaba dispuesta a corregirme y otras no. Pero controlaba. Ahora cada día me entero de que he metido la pata involuntariamente con quien no lo merecía o he sido escandalosa y digitalmente descortés con gente que me aprecia, virtualmente hablando. Léase, no he puesto un like cuando debía, no he dado las gracias por un retuit, tampoco por un #FF o no he devuelto a tiempo el follow a alguno de mis seguidores en Twitter, que tampoco son demasiados, probablemente por mi comportamiento asilvestrado.

Invadida por la culpa me voy a consultar, en caso de que exista, algún manual de urbanidad sobre el asunto. Y encuentro verdaderos tratados de protocolo en varios idiomas, Cinco maneras de decir gracias en Twitter (en inglés), Siete maneras de agradecer a alguien por un retweet (en inglés), 30 modos de decir gracias por un retweet (en inglés), Protocolo en redes sociales: Facebook, Twitter, Linkedin (en español). Evidentemente, el asunto ya está bastante regulado, aunque algunas de estas redes sociales, como Twitter y Facebook, no cuentan 10 años de vida y aún tendríamos que estar todos aprendiendo en ellas en vez de dictar normas de comportamiento como si fuéramos expertos.

Algunos post dedicados a la cortesía digital son muy honestos, siguen recomendando agradecer a diestra y siniestra a los seguidores, pero al menos explican claramente por qué. Por ejemplo, Cómo conseguir más retweets en Twitter (en inglés), un propósito que, en mi humilde opinión, se esconde detrás de tanto derroche de agradecimientos, y no tanto la buena educación o el conocido refrán de "Es de bien nacido ser agradecido". En este post se explica que la ley de la reciprocidad funciona en Twitter como en la vida misma: dar para recibir. Si te siguen, sigue; si te retuitean haz lo propio; si te mencionan, agradece y menciona; si te hacen un #FF deshazte en elogios y apúntate lo que tendrás que hacer el próximo viernes. Y, encima, hazlo con gracia para que tu timeline no se convierta en un encadenamiento aburrido de gratitudes que no aportan valor ni interesan a nadie, y solo sirven para crear más ruido en el sistema. Pienso en la decepción de los expertos de Big Data cuando desentrañen la maraña de nuestro tráfico digital y vean que buena parte de la conversación consiste en dar y devolver las gracias.

Sin embargo, lo de los agradecimientos ha dejado de ser un asunto pueril cuando hasta emprendedores como Gary Vaynerchuck -un empresario del mundo del vino y metido hasta las cejas en los New Medias- le dedica un libro, The Thank you Economy. Su argumento es que la nueva economía descansará sobre todo "en el contexto". Entendiéndose por contexto las relaciones personales que has ido tejiendo con tus potenciales clientes o seguidores. Ergo, hay que portarse bien en Internet si quieres tener futuro. Y tener paciencia y cintura y mano izquierda.

Una amiga me cuenta lo incómoda que se sintió cuando apareció en su timeline este reclamo: "Algo malo habré hecho para que @llamésmoleX (mi amiga) me haya dejado de seguir". Después de pensar un par de días qué hacer, decidió dar la callada por respuesta y volver a agregar al reclamante. En el mío alguien publicó: "A ver cuándo me devuelves el follow", y todavía no sé cómo arreglarlo. Afortunadamente también encuentro el irreverente blog de Jay Dolan The Antisocial Media que me ilustra sobre el asunto. "La dicha de la vida moderna es que, incluso cuando estamos solos, seguimos acompañados, siempre construyendo lazos endebles. Pero si estas relaciones no te aportan nada, déjalas. No es agradable, pero es lo que hay que hacer (...) Algunas relaciones terminan con un estrépito, otras con un quejido y en nuestra época terminan con la tecla delete".

Me pregunto si entre tanto comportamiento al que añadir ahora el adjetivo digita, también deberíamos considerar la cordialidad útil y la hipocresía. Creo que en la vida real no somos tan extremadamente agradecidos, ni pedimos tantas explicaciones. ¿Internet está cambiando nuestra manera de hacer amigos y enemigos?

Elias Aboujaoude, un psiquiatra de la Escuela de Medicina de la Universidad de Stanford, autor del libro Virtually you (Norton, 2011), defiende la existencia de la e-personality, ese sujeto casi siempre mejor que nosotros mismos que nos creamos "involuntariamente" para nuestras interacciones on line y que está obsesionado con la gratificación (71% de los usuarios de Internet en Estados Unidos pertenecen a una comunidad on line y la consideran "muy importante o extremadamente importante" en sus vidas; la mitad de ellos afirma que sus lazos en estas comunidades son tan fuertes como el que tienen con sus grupos en la vida real. En España, el estudio Mc Kinsey asegura que pasamos 68 minutos diarios en las redes sociales y, según sus cálculos, somos los que más tiempo dedicamos a hacer vida social on line).

Quizás estemos desarrollando una e-personality exquisitamente educada y agradecida para seducir en la red, que también se muestra ególatra, exhibicionista y respondona. Según el Dr. Aboujaoude, "la e-identity, a pesar de no ser real, está llena de vitalidad. Liberada de viejas reglas de comportamiento y etiqueta (...) esta personalidad es más asertiva, menos comedida, se sitúa un poco más en el lado oscuro y es, decididamente, más sexy. Sus ventajas no deben ser subestimadas. Puede actuar como una fuerza liberadora de la personalidad real permitiendo al sujeto superar la timidez, la inhibición y forjar amigos y conexiones que de otro modo nunca tendrían lugar. En muchos casos, la versión virtual de nosotros mismos complementa nuestra personalidad y puede actuar como una extensión de esta. (...) La e-personality es más audaz, fuerte y eficiente que la personalidad original". Los estudios de este psiquiatra se concentran en demostrar cómo nuestro yo digital influye en los actos cotidianos fuera de la red. "Los rasgos que integramos en nuestra vida on line suelen ser incorporados a nuestra personalidad off line. De este modo, podríamos acabar siendo más atrevidos y menos diplomáticos en nuestras relaciones, aunque no tuviéramos delante una pantalla o un iPhone", explica el psiquiatra.

A veces te cruzas con una e-identity en tu camino. Sucede cuando un amigo común te presenta a @llamésmoleX, que te ha seguido durante dos años y que te llama por tu nombre de usuario ante el flipe del resto del personal. Y le pones cara y atas cabos e intentas recordar si has sido un ingrato o le has tratado de maravilla. "Acabamos de desvirtualizarnos", te dice el otro encantado y sí, es cierto, nos estamos viendo las caras en la cruel y dura realidad. En España casi siempre sucede en un bar; en Estados Unidos en un cóctel diseñado para hacer networking. Es entonces cuando hacemos un enorme despliegue de medios para no defraudar a quien ha decidido seguirnos, retuitearnos y favoritearnos (gran palabra traducida literalmente del inglés favorited), y recordamos que tal vez tenga algún sentido la compulsiva actividad de dar las gracias como si no hubiera un mañana.

Gestionar las vanidades digitales

Todo sería más fácil si no se hubieran inventado las máquinas de engordar egos digitales. Y si no hubiera quien revisara a diario su lista de simpatizantes y disidentes y llevara un registro de agravios para luego pedir cuentas y actuar en consecuencia. Por ejemplo, Favstart.fm es un servicio útil para medir el impacto de la actividad en Twitter, pero es también una fábrica de neuróticos. Su misión consiste en informarte de tus listas de tuits de éxito, de cuántas veces te han mencionado, cuántas te han retuiteado, quién te menciona, etcétera. Luego saca un ránking de celebridades y de tuits más populares. Pues hay quien vive por y para Favstart.com y controla perfectamente quién lo ha retuiteado y quién no. Recomiendo especialmente esta definición que alguien ha registrado en el Urban Dictionary y que empieza: "Gente en Twitter que existe con el único propósito de dar y recibir estrellas de favoritos y ser alguien importante en FavStart (...)".

Klout es otra herramienta para medir la reputación digital en Twitter, Facebook y LinkedIn que clasifica a los usuarios según su nivel de influencia y notoriedad. Puedes ser desde un experto hasta un socializador. Te informa en qué temas puedes considerarte un líder de opinión y a qué usuarios influyes. Además, Klout marca estatus, poniendo un número a las cotas de influencia de cada quien. Del 1 al 100. Estas herramientas usadas con una estrategia empresarial y sentido común otorgan utilidad y significado al cúmulo de información caótica que generamos cada día. Pero puestas a engordar egos ya desorbitados generan verdaderos dictadores de las redes sociales y de sí mismos. Al menos un problema debe tener alguien que dice (y muy en serio): "Me he ido de vacaciones dos semanas y no sabéis cómo me ha bajado el klout". Y esto es una cita auténtica. Por último, la peor de todas, generadora de paranoias en serie, la aplicación who.unfollowed.me, que cada 15 minutos te informa de quién ha osado dejar de seguirte en Twitter y elabora un historial de unfollowers cada 45 días para los interesados. Las reacciones son muy variadas, desde el resignado silencio hasta el desvergonzado reclamo, pasando por el ojo por ojo, un rencoroso y vengativo unfollow. Dicho esto, termino y me voy a comprobar cuántos followers he dejado en el camino después de escribir este post.

(Datos provenientes del Digital Future Project de la University of Southern California Annenberg School for Communication).





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sábado, 8 de octubre de 2011

FACEBOOK- COMO FACEBOOK PUEDE JODER LA VIDA How Facebook's New Ticker Could Screw Up Your Love Life (And How to Avoid the Drama) by Michelle L. Dozois

COMO FACEBOOK PUEDE JODER LA VIDA How Facebook's New Ticker Could Screw Up Your Love Life (And How to Avoid the Drama)
by Michelle L. Dozois on September 21, 2011
Well, Facebook's done it again. They've rolled out some major design changes and, as usual, everyone's in an uproar.

I personally don't mind the new "Top Stories" differentiation on the newsfeed. What I do mind is feeling like they've installed spyware on my friends', family members' and coworkers' browsers with their new real-time activity ticker.

*What the ticker does
*How it could cause problems
*How to hide other people's activity on your ticker
*How to hide your activity on other people's tickers




What the ticker does

Essentially, this ticker shows you everything your Facebook friends are doing as they're doing it. Everything.
Some of it is business as usual -- things you'd expect to see: Sheryl shared a story, Sean and Eduardo are now friends, Arianna wrote on Michael's wall. But here's what's now called out that wasn't called out to the same degree before:

*If you go on a 'liking' spree, it's all right there in the ticker, rather than just showing up as a thumbs-up attached to that person's content and on your own wall. (See example at right.) One exception: If the content you've liked isn't shared by with "friends of friends" or "public," your non-mutual friends won't see it.

*There's now also a deluge of "Mark commented on so-and-so's post" stories. Previously, comments you left on posts didn't surface at the top of the newsfeed -- they were grouped with the original post. But now, each new comment will show up at the top of the ticker -- so if you're having a back-and-forth with someone, your friends will get a real-time play-by-play.

Why it could be problematic for your love life (or your life in general)

We've written at length about how technology and social media have complicated dating: Adding someone as a friend after only a date or two is inadvisable (and makes pulling the fade-out really awkward). A blinking gchat window can make a new couple feel pressure to keep up the banter at work. And a "sorry it took me so long to answer your text, I was caught up with ____" excuse rings false when a steady stream of tweets have been posted from the tardy texter's phone all day.
And now, the aggregation of nearly everything you're doing on Facebook -- in real time -- basically makes it much more obvious when you're Paying Attention to Facebook. So if your boyfriend is waiting on an answer to his email about whether or not you were flirting with Joe at a party (or your boss is waiting on a report, for that matter), be aware that they could be watching you 'like' a bunch of posts -- some of Joe's posts, perhaps? Clearly, you're prioritizing Joe (and Jimmy and Mike) over them.

Likewise, when you're on the opposite end, it can be hard to not wonder why your significant other is so actively involved in so many ladies' or gents' Facebook lives, when this information is being handed to you on a platter that's being flaunted in your face(book). You didn't want to stalk, but really, you had no choice.

How to hide certain posts from your ticker (or hide the ticker completely)

You can adjust how many ticker updates you see from someone by going to their profile (or hovering over their name in your newsfeed) and choosing to see "Only Important" updates, and/or unchecking certain types of stories ("Comments and Likes" probably being the one that'll reduce the most noise).


Facebook doesn't allow you to hide the ticker altogether, but you can make it smaller by dragging the gray bar between ticker and chat up, so that you see more of the chat and only a sliver of the ticker.

But you can remove it altogether if you use Chrome or Firefox. Via Matt at CNet How To:

In Chrome, simply install the Hide Facebook SideBar Ticker extension and the ticker will vanish.

In Firefox, you will need to install a user script. To do so, first install the Greasemonkey add-on and then install this user script. When prompted, restart Firefox and the ticker will be gone. Do note that this user script removes the entire right column of Facebook, including the ticker, event invitations, ads, sponsored stories, friends' photos, and so on.

(Lifehacker also has a few suggestions for Firefox and Chrome users.)

How to hide your activity from other people's tickers

Your friends can choose to unsubscribe from all or part your activity (see above). But you can't do it for them -- though of course you can ask them to do it, which some people are doing by posting something like this as their status update:
Hover over my name here, wait for the box to load & then hover over the "Subscribe" link. Then uncheck the "Comments & Likes" choice. I would rather my comments on friends' posts not be made public. Repost if you don't want your EVERY MOVE posted on the right for everyone to see! I'll do the same for you if you want. Just click "Like." Thanks!

So now do we have to add "I'll unsubscribe from your comments and likes if you unsubscribe from mine" to the list of 7 Conversations You Have to Have Before You Commit? (I'm kidding. Sort of.)

Here's one way to bring it up without being super awkward (but probably still a little awkward): Next time you're near your significant other's computer, find an excuse to show them something on your Facebook profile (logged in on their account). Then say, "OH, I read this crazy blog post the other day about how this girl is freaking out about the new Facebook ticker. Apparently she thinks you should ask the person you're dating to unsubscribe from seeing every time you comment or post on someone else's post. What a weirdo. Yeah, see, you just click this button here... [click]."

Done.



What do you think? Does the new ticker give you too much information about other people? Do you care that it gives away so much information about your activity? Or do you think it's an improvement? Tell us in the comments.

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domingo, 25 de septiembre de 2011

Facebook sale al paso de los 'copia-pega' difundidos en los muros de los usuarios La red social reacciona ante las noticias publicadas estos días en l

Facebook sale al paso de los 'copia-pega' difundidos en los muros de los usuarios
La red social reacciona ante las noticias publicadas estos días en los muros
Aseguran que no se ha modificado la configuración de privacidad
Han arreglado tres 'cookies' que identificaba a los usuarios al cerrar la sesión
Desmienten el rumor sobre el posible cobro por acceder a Facebook

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El F8, la conferencia de desarrolladores de Facebook, ha supuesto varias novedades en la plataforma de Mark ZuckerbergREUTERS
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RTVE.es
28.09.2011 - 14:13h
La oleada de cambios lanzada por Facebook durante la última semana ha sembrado de dudas los muros de miles de usuarios de la red social.

Desde el pasado lunes empezó a circular un mensaje en el que se aseguraba que había que hacer algunos cambios para evitar que los comentarios entre amigos y familia se volvieran de dominio público.

Son noticias confusas originadas por falsos estatus en los perfiles
Para ello, se pedía que se publicara ese mensaje en el muro de cada usuario y que todos los contactos llevaran a cabo la misma operación.

Otro de los mensajes que ha generado confusión ha sido el que aseguraba que Facebook empezaría a cobrar a los usuarios cada vez que accederían a la red social.

Ante estas "noticias confusas originadas por falsos estatus en los perfiles", como las ha calificado Facebook, sus representantes han tomado cartas en el asunto para aclarar alguna de esas dudas.

Información Instantánea
La principal polémica ha surgido por la información del 'Ticker', una columna situada en la parte superior derecha, donde se ve, de forma instantánea, cada actualización realizada por un usuario.

Esta opcion ha generado la sensación de que todas las acciones realizadas en Facebook se vuelven de dominio público y todo el mundo puede acceder a esa información.



Sin embargo, Facebook asegura que esa 'información instantánea' "no es visible para todos los contactos".

Facebook asegura que la información instantánea no es visible para todos
Con los nuevos cambios, "no se ha modificado la configuración de privacidad", señala una nota de la red social, por lo que "las actualizaciones, fotos o comentarios solo son visibles para las personas que se hayan seleccionado en la configuración de privacidad".

Por defecto, los usuarios de Facebook están suscritos solo a sus 'Amigos', "y a nadie más", garantizan. De todas formas, cada uno puede decir qué información se quiere recibir gestionando las suscripciones y limitando el tipo de información recibida.

Las misteriosas 'cookies'
La privacidad de los usuarios en Facebook siempre ha sido uno de los temas polémicos. En esta ocasión, la mecha se ha encendido por unas cookies de la red social que podrían permitir que las aplicaciones publicaran actualizaciones de estado en el perfil del usuario, incluso después de haber cerrado la sesión.

Al visitar una página, por ejemplo, podría aparecer un mensaje con el nombre del usuario que recomiende o anuncie que ha visitado una web determinada o que ha leído uno de sus artículos.

Desde Facebook aseguran que "no ha sucedido ningún problema de seguridad", pero reconocen que las cookies se" han reparado para que no vuelvan a incluir información cuando la gente cierre su sesión en el futuro".

¿Facebook de pago?
Otro de los mensajes difundidos por la red aseguraba que Facebook se convertía en un medio de pago y había que pagar una cuota para acceder a la red social.



La respuesta de la red social ha sido clara y concisa: "Es falso. Facebook es gratis y seguirá siéndolo".

Sentido del humor
Ante el aluvión de 'copia-pegas' realizados en los muros advirtiendo sobre los polémicos cambios, algún usuario ha sacado a relucir su ingenio y ha creado un mensaje que ha provocado multitud de comentarios y 'Me gusta'.



El mensaje advierte que "Facebook ha cambiado su configuración para permitir que Isabel Pantoja entre en tu casa cuando te duermas y te cante Marinero de luces toda la noche.

Al margen de explicar qué hay que hacer "para evitarlo", el mensaje también señala "la posibilidad de cambiar el 'Me gusta' por Se me enamora el alma", otra de las populares canciones de la tonadillera.


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sábado, 24 de septiembre de 2011

Facebook permite explorar toda tu vida y abre un bazar de contenidos Cambios en perfiles y experiencia todavía más social.- La red social busca conver

Facebook permite explorar toda tu vida y abre un bazar de contenidos
Cambios en perfiles y experiencia todavía más social.- La red social busca convertirse en un escaparate de contenidos
ROSA JIMÉNEZ CANO - Madrid - 22/09/2011
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El F8, la conferencia anual de Facebook, ha llegado a su cuarta edición en un ambiente festivo y desenfadado. Andy Samberg abrió el fuego con una imitación de Mark Zuckerberg. Después llegó el real para enseñar todo lo que se cuece en Facebook.

Facebook tiene más de 15 millones de usuarios en España
Cazadores de 'facebujeros'
Twitter abre la puerta para publicar mensajes en Facebook
Bronca en Twitter sobre los últimos cambios en Facebook
La noticia en otros webs

webs en español
en otros idiomas
Compartir, compartir y compartir, esa es la clave del servicio, en cualquier momento y lugar. "Ahora, muchas personas ven las redes sociales como una herramienta para estar conectado a diario" dijo el consejero delegado, ataviado con sus clásicas zapatillas, vaqueros y camiseta.

Facebook, con 800 millones de usuarios, 500 de ellos se conectan a la vez en algún momento del día, pretende que a partir de ahora uno no pase el rato sino su vida entera en la red social. Y además, podrá verla una y otra vez en el timeline, que en español se llamará "Cronología". Esta funcionalidad engloba el perfil, las aplicaciones y las "nuevas formas de expresar quién eres" en una sola página cronológica de cada usuario.

El internauta, además, entrará en la red social y allí encontrará el gran bazar de contenidos. De Spotify a Raphsody, de Netflix a Hulu. Un espacio en el que encontrará de todo: música, peliculas, periódicos, libros, moda, cocina y, obviamente a sus amigos, con quienes podrá compartir los contenidos y de quienes sabrá qué está viendo o escuchando en cada momento. Sin olvidar los juegos, las aplicaciones más usadas en Facebook y que seguirán "mejorando", en palabras de su fundador.

A Zuckerberg le acompañaron en el escenario los consejeros delegados de Spotify, Daniel Ek y de Netflix, Reed Hastings, entre otros. Ek, por ejemplo, aseguró que "estamos aquí porque amamos la música. Los que estamos en Facebook escuchamos más canciones y también estamos dispuestos a pagar por ellas, porque compartir la música nos invita a hacerlo". Facebook ha renovado su plataforma de desarrollo de aplicaciones (API) Open Graph. A través de ella, las empresas crearan su propia oferta de contenidos que mostrarán y podrán consumirse en el escaparate de Facebook.

Se trata de una plataforma de aplicaciones sin exclusivas. En el terreno de los filmes, por ejemplo, Facebook no sólo se mostró abierto a Netflix sino a Hulu, IMDB, DirectTV, DailyMotion, Ina, Flixster, Blockbuster, Cinemur... y quien venga. Esta misma oferta se abre a libros y diarios. Los internautas de la red podrán compartir con sus amigos lo que están leyendo. Entre los medios destacan Yahoo! News y Washington Post que se estrenarán en cuestión de semanas.

En otro terreno de novedades, Facebook ampliará el empleo del botón "me gusta" e introducirá la posibilidad de usar determinados verbos para que el internauta pueda explicar qué le gusta comer, leer, ver, escuchar, etcétera. Zuckerberg lo argumentó: "Leemos muchos más libros de los que nos gustan, así que podremos contarlo". De alguna manera, parece que Facebook terminará por servir para replicar cada acción de la vida real en pantalla.

Gustav Söderström, director mundial de producto en Spotify, asegura que su servicio de música desarrollará pronto un plan agresivo de expansión por el mundo. "Facebook es nuestro mejor aliado, más aún ahora que la integración es más profunda. La música es social, por eso se pone en fiestas, entre amigos".

Sean Parker, ahora presidente fundador de Facebook, hace 10 años que fundó Napster, un polémico servicio de descarga de canciones. El directivo considera que Spotify es el resultado de su sueño, "pero con un sistema para recomenpensar a los creadores".

De ahora en adelante, al conectar Facebook y Spotify, los amigos podrán saber si escuchar una misma canción al mismo tiempo o recibir sugerencias de contactos.

Antes de celebrar la conferencia, Facebook ya llevaba varios días anunciando novedades en la presentación de los contenidos que los internautas crean en ella. Las últimas provocaron el agotamiento de una parte de sus miembros. En Twitter, los comentarios críticos colocaron el hashtag #NewFacebook en la lista de Trending Topics. "Está más ordenado, pero es más chismoso", "es estúpido" o el clásico "no me gusta" eran algunos de los mensajes que se leían. Uno subrayaba el hecho de que estos comentarios sobre los cambios, que acercan Facebook a la mecánica de Twitter, se hagan precisamente en la red social de la competencia: "Es como lamentarte de tu ex con tu nueva compañera". Otro de revelador: "Facebook, por favor, para de cambiar cosas. Estoy cansado de mirar constantemente qué ha cambiado especialmente en mi privacidad".

Las novedades que han sublevado a una parte de los miembros de la red social afectan a las últimas noticias de los miembros. Hasta ahora se iban desplazando por orden cronológico. En el blog donde Facebook explica el motivo de los cambios se argumenta: "Ahora, este apartado será como tu diario personal. Ya no tendrás que preocuparte por perderte cosas importantes porque todas tus noticias estarán en un único hilo con las historias más interesantes al inicio". Facebook marcará con una pestaña azul estos contenidos.





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viernes, 23 de septiembre de 2011

FACEBOOK-Facebook: se vienen cambios en los perfiles Ahora podrás incluir la "historia de tu vida" e interactuar con tus amigos con nuevas aplicacione

acebook: se vienen cambios en los perfiles
Ahora podrás incluir la "historia de tu vida" e interactuar con tus amigos con nuevas aplicaciones.
Jueves 22 de Septiembre del 2011 | 20:46

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FOTOS GRANDES. Serán una prioridad en los nuevos perfiles.
Siguen los cambios en Facebook y esta vez alcanzan a los perfiles de los usuarios.
Una foto gigante, del ancho de la página, podrá ser la puerta de entrada a la descripción de aquellos que quieran elegir esta nueva opción. Debajo, una seguidilla de imágenes podrán mostrar “momentos únicos” y la “historia de tu vida”.
Con esta opción, los miembros de Facebook podrán "esconder" la información que consideran irrelevante para sólo mostrar "quiénes son", según dijo Mark Zuckerberg.
Este cambio se ha realizado porque la página de perfil "es la historia de tu vida", explicó el CEO de Facebook durante la presentación del proyecto, y agregó que la nueva estética permite "destacar las historias que explican quién eres".
Por otro lado, Facebook presentó mejoras en la publicación de información relacionada con las aplicaciones e introdujo una columna llamada "ticker" con las publicaciones que realizan los contactos al instante.
Varias aplicaciones nuevas llegarán a Facebook. Una de ella es Spotify, la plataforma de reproducción de música en modalidad de "streaming", es decir, sin necesidad de descargar los archivos a la computadora.
A través de las nuevas funcionalidades, los usuarios de Facebook podrán escuchar canciones de Spotify directamente desde la página web.
Además, con la nueva integración de aplicaciones, la red social será capaz de interpretar "patrones" de actividad de los amigos que tengan los usuarios. De esta manera, podrán ver cuáles son las canciones, géneros o artistas favoritos de sus amigos.
Por otro lado, Facebook será capaz de informar a los miembros del portal de las canciones que están reproduciendo sus contactos en un momento preciso, por lo que también podrán escucharlas desde la red social.
Zuckerberg dijo que compartir música y no "bloquear" los accesos a ella es "clave" para hacer que el negocio de la música funcione.
Por su parte, el consejero delegado de Spotify, Daniel Ek, destacó que "hacer la música social" sirve para que la gente no recurra a la piratería.
Otra aplicación que destacó Zuckerberg es Netflix, la plataforma de contenidos audiovisuales. El directivo indicó que los usuarios de Facebook podrán saber qué están viendo sus amigos en un momento dado.
La integración de Netflix en Facebook también incluye la elaboración de "patrones" con los gustos de los usuarios, dijo.
El consejero delegado de esta plataforma de vídeo, Reed Hastings, explicó que mucha gente le habló de una serie, pero que, por mucho que la gente se la recomendara, "nunca la vería", mientras que con las publicaciones de Netflix en Facebook los usuarios pueden acceder de forma más rápida a los contenidos que ven sus amigos.
Esta nueva forma que tendrán las aplicaciones de interactuar con Facebook, aseguró Zuckerberg, refleja el valor que tiene "recomendar" contenido a los amigos de cualquier persona, algo que ve positivo para industrias del entretenimiento.
Asimismo, explicó, las publicaciones que generarán estas aplicaciones no molestarán a los usuarios, ya que se incluirán en la nueva columna lateral denominada "ticker".
Las nuevas funcionalidades de Facebook estarán disponibles "en las próximas semanas", aseguró Zuckerberg.
Podés ver un adelanto haciendo click acá.
Leer más: Tecnología, facebook, netflix, red social, Mark Zuckerberg

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sábado, 17 de septiembre de 2011

OJO .AL INTENTAR ENTRA A FACEBOOK... DESDE GOOGLE ....EL LINK ME ABRIO UN ES.ES.FACEBOOK QUE ES TRUCHO FELIZMENTE ME AVISO GOOGLE CHROME QUE NO ENTR

OJO .AL INTENTAR ENTRA A FACEBOOK...
DESDE GOOGLE ....EL LINK ME ABRIO UN ES.ES.FACEBOOK QUE ES TRUCHO

FELIZMENTE ME AVISO GOOGLE CHROME QUE NO ENTRARA AHI.

domingo, 11 de septiembre de 2011

Herramientas para medir tu influencia en Social Media Publicado por José Gregorio Aldana el Septiembre 5, 2011 en Social Media · 2 Comentarios 35

Herramientas para medir tu influencia en Social Media
Publicado por José Gregorio Aldana el Septiembre 5, 2011 en Social Media · 2 Comentarios

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¿Quieres conocer lo último para conocer tu influencia en los medios sociales?
Influencia, realmente, es el arte de la persuasión. En el mundo del marketing del Social Media la influencia es la moneda de cambio, lo que estamos persiguiendo conseguir. El tipo de información que compartimos en Internet revela mucho acerca de la personalidad de cada uno, dice mucho sobre quienes somos, con quien nos relacionamos y qué sabemos. Generalmente solemos compartir información con los demás sobre lo que más conocemos o lo que más nos interesa.
Medir la influencia online es bastante difícil, ¿cómo saben las compañías que el mensaje que he mandado se está interpretando bien? ¿qué es lo que están diciendo sobre mi marca?, ¿mi página de Facebook está generando suficiente interés para enganchar a la gente? o ¿cuál es el alcance real de mi marca?
Creo que a estas alturas de la película ya sabemos medir los followers, los likes y las páginas vistas. Pero ahora existen otras herramientas que ayudarán a las empresas a saber cómo de influyentes son en las redes sociales y quienes son los que más influyen en su entorno como estas:
Klout: esta herramienta mide la influencia que tienes según tu habilidad para generar una acción. Cada vez que creas contenido nuevo o tratas de comprometer a la gente con tu marca, Klout mide en tus páginas de Facebook, Twitter, Foursquare y Linkedin cuánta gente estás influenciando, cuánto les influyes y cómo de influyentes son a su vez y todo ello te lo muestra como un valor entre 0 y 100.
PostRank: monitoriza y recoge eventos de compromiso social relacionados con contenido online en tiempo real a lo largo de la Web. Recoge datos sobre cuándo y donde se generan comentarios, marcapáginas, tweets y otras formas de interacción a partir de 20 de las redes sociales top. También rastrea donde y como los usuarios se comprometen y a que es lo que prestan atención.
TweentyFeet: es un agregador métrico para todos tus Social Media. Genera métrica de Twitter, Facebook, bit.ly, Youtube, Google Analytics, MySpace, FriendFeed y RSS en una sola pantalla y además te manda notificaciones cuando algo interesante ocurre.
PeerIndex: es un algoritmo que mide la velocidad a la que encontramos y compartimos contenido en cualquier tópico y el volumen de lo que compartimos. La autoridad en un tema se reafirma cuando el contenido que compartes se aprueba porque o bien se retweetea o se comenta por alguien que es una autoridad en sí.
Empire Avenue: se llama a sí mismo el mercado del stock social. Realmente es un juego que te permite conectar con individuos pero de una forma más directa que los followers en Twitter o Facebook. Permite a las marcas colocarse delante de audiencias nuevas y comprometidas y conectar con clientes potenciales en un entorno divertido.
Sprout Social: la aplicación se integra con Twitter, Facebook Fan Pages, LinkedIn, Foursquare, Gowalla y otras redes donde los clientes se comprometen con las marcas.
Crowdbooster: te ayuda a que consigas una presencia efectiva en Twitter y Facebook porque te muestra analíticas que se basan en tus estrategias en el social media: impresiones, alcance total, compromiso. Así que te proporciona las herramientas para que mejores algunos de esos parámetros.
Twylah: añade contenido a tus tweets y crea toda una experiencia alrededor de ellos. No solamente dice sobre lo que tu y otros sois influentes sino que dice por qué sois influyentes poniendo los trending topics. Por lo que dispone tus tweets en una especie de historia narrativa y es un escaparate mucho más visible para tu marca.
My Web Career: te permite evaluar tu huella digital. Es útil para explorar la manera en la que tus perfiles sociales conectan a lo largo de la Web. Podrás conocer cómo tus perfiles sociales conectan a través de la Web para ver un mapa global de tu negocio. Utiliza análisis de links, visualización y tecnología semántica para permitir evalúar y explorar los datos que se relacionan contigo.
Appinions: es una plataforma de opiniones que se vuelcan desde blogs, artículos, forums y permite identificar, analizar y conectar con influenciadores.
Fuente: Pamorama

miércoles, 7 de septiembre de 2011

Un fallo en Facebook permite apropiarse de páginas creadas por otros usuarios Portaltic | EP | Madrid Actualizado miércoles 07/09/2011 12:46 horas Di

Un fallo en Facebook permite apropiarse de páginas creadas por otros usuarios
Portaltic | EP | Madrid
Actualizado miércoles 07/09/2011 12:46 horas
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Un fallo en Facebook permite a cualquier usuario con privilegios de administrador borrar a los administradores originales -los creadores- de una página en la red social, y llegar a controlar su contenido.

Es decir, si el creador original de la página da privilegios de administrador a otro usuario, el nuevo gestor puede quitar todos los poderes al responsable inicial del espacio.

Las páginas de Facebook se han convertido un importante reclamo para los usuarios y en una fuente de información de las más utilizadas. Es muy común ver páginas de cantantes, famosos o incluso de empresas y productos con millones de fans. Los creadores de estas páginas tienen la responsabilidad de regular el contenido que se publica por lo que ser administrador de estos espacios es un trabajo importante.

Los creadores de las páginas pueden hacer que otros usuarios sean considerados administradores del espacio. Este tipo de prácticas se hace con el objetivo de que varias personas puedan gestionar los contenidos de forma que sean más dinámicos y se actualicen con más frecuencia.

Sin embargo, el portal Naked Security ha detectado un fallo en el sistema que podría comprometer la autoridad de los creadores de las páginas.

Según el portal especializado en seguridad de Sophos, se ha demostrado un fallo en el sistema que permitiría a los usuarios elevados a administradores eliminar a los creadores originales de las páginas, contrariamente a lo que Facebook afirma en sus condiciones del servicio.

De esta forma, si el responsable de una página de Facebook decide ascender a un contacto para que sea administrador, podría ver como su contacto elimina sus privilegios.

El portal Naked Security asegura que esta práctica es posible y contradice las normas del servicio de Facebook. Citando una respuesta de Facebook FAQ, el portal asegura que en las condiciones de Facebook figura la cláusula: "El creador original de una página no podrá ser eliminado por otros administradores".

Para demostrar el fallo del sistema, en Naked Security han publicado un vídeo en el que se puede ver todo el proceso y se comprueba el fallo descrito.

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lunes, 5 de septiembre de 2011

FACEBOOK-Las páginas que abordan temas religiosos superan en interacción a las de Justin Bieber, Lady Gaga o equipos de fútbol. Así lo ha demostrado d

Las páginas que abordan temas religiosos superan en interacción a las de Justin Bieber, Lady Gaga o equipos de fútbol. Así lo ha demostrado dos clasificaciones elaboradas en el mes de agosto por la web Allfacebook.com sobre las páginas de Facebook con mayor participación y seguidores.

La página creada por el nutricionista estadounidense Aaron Tabor, ’Jesus Daily’ (actualmente 8.418.212 de fans) contó con más de 1.700.000 interacciones en el mes de agosto, por lo que se sitúa en la primera posición del ránking. Por detrás de ella se encuentra la página de fans de Justin Bieber, con 1.165.000 interacciones. Pese a que el ídolo adolescente cuenta con mayor número de seguidores (35,6 millones) no consigue superar en participación a la página donde se publican diariamente las enseñanzas de Jesucristo.

Además, en el ránking de las 20 páginas de Facebook con mayor interacción no solo se encuentra la página ’Jesus Daily’ en cuanto a temática religiosa. ’The Bible’, ’Jesus Christ’ y ’Dios es Bueno!’ también se cuelan en el ránking, por encima de Lady Gaga, Harry Potter o el equipo de fútbol español F.C. Barcelona.

En tercera posición del ranking de "fidelización" se encuentra la página ’The Bible’ con 1.096.000 interacciones (8.128.884 seguidores), superando a la de la cantante Lady Gaga (sexta posición) con más de 775.000 interacciones. Eso sí, la cantante de ’Judas’ cuenta con la friolera de 43,2 millones de fans.

La página ’Jesus Christ’ (2,9 millones de fans) supera a la página de Harry Potter con cerca de 510.000 interacciones (34 millones de fans) en el mes de agosto. ’Dios es Bueno!’, con 4,2 millones de fans y más de 372.000 interacciones, ha conseguido superar al jugador del F.C. Barcelona, Leo Messi, (370.000 interacciones y 24,3 millones de fans).

Teniendo en cuenta que una de las últimas publicaciones realizada en la página de ’Jesus Daily’ consiguió en tan solo 47 minutos 20.168 ’Me gusta’ y 1.181 comentarios, es lógico que se haya situado en la primera posición del ránking. Esta página fue creada en el año 2009 para "difundir el Evangelio de Cristo", tal y como asegura su creador en la propia página.


Top 5 de las páginas de Facebook con más participación:

Nombre Fans (5 de septiembre de 2011) Participación (agosto 2011)

1. Jesus Daily 8.418.884 1.738.155

2. Justin Bieber 35.625.625 1.165.147

3. The Bible 8.128.964 1.096.263

4. Manchester United 18.869.167 1.018.771

5. Mario Teguh 4.688.367 860.829


CONTEXTO

miércoles, 31 de agosto de 2011

amenaza en forma de vídeo afecta a 1,4 millones de usuarios de Facebook Españoles afectados Europa Press – lun, 29 ago 2011 tweet1 Correo electrónic

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Españoles afectados

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MADRID, 29 (Portaltic/EP)
La red social Facebook es objeto de una nueva amenaza que afecta a 1.400.000 usuarios. Llega en forma de un vídeo que promete imágenes que causaron un escándalo en Estados Unidos e invita al usuario a pinchar en el enlace. Cuando lo hace, una falsa web que simula ser Facebook obliga a compartir el enlace previa visualización del vídeo y, entre otras cosas, añade aplicaciones de casinos online chinos.
Utilizar Facebook para propagar amenazas no es una técnica nueva, pero sigue funcionando. Los piratas informáticos acuden a la red social para distribuir malware e intentar engañar a los usuarios. Los 750 millones de usuarios del servicio son un reclamo para los 'hackers', que no paran de crear amenazas distintas para conseguir sus objetivos.
Este es el caso de un supuesto vídeo que circula en la red social y que anuncia un escándalo en Estados Unidos. El vídeo se propaga a través de los muros de los contactos una vez han sido afectados y en estos momentos ha conseguido afectar a más de 1.400.000 personas, entre ellos, a "mucho usuarios con perfiles españoles", según informa ESET.
Los 'hackers' engañan a los usuarios obligando a que, si desean ver el vídeo, deban pulsar sobre su enlace. El link lleva a una web que simula ser Facebook, pero que no tiene nada que ver con la red social. En dicha web se solicita verificar que los usuarios tienen más de 13 años. Para previsualizar el vídeo, se obliga a compartir el enlace en el muro, consiguiendo de esta manera una mayor difusión. Una vez compartido, el usuario es dirigido a otra web donde se muestra el vídeo, así como multitud de botones de 'Me gusta'.
Aunque no queda clara la finalidad de esta nueva amenaza, un síntoma evidente de que el usuario ha sido afectado es que agrega una serie de enlaces en el apartado de 'Actividades e intereses' de la información del perfil de usuario, entre ellos, aplicaciones de casinos online chinos, que podrían ser los que finalmente estén sacando beneficio económico a este tipo de actividades.
Para evitar que los usuarios se vean afectados por este tipo de prácticas, desde Ontinet.com, distribuidor en exclusiva de ESET, recomiendan a los usuarios que en caso de visualizar dicho vídeo en el muro de sus amistades, hagan caso omiso del mismo y no hagan clic en el enlace para evitar males mayores.
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Comentarios 1 - 20 de 29Primero AntSiguienteÚltimo

31Tenés que entrar para calificar este comentario positivamente.Tenés que entrar para calificar este comentario negativamente.3Iron hace 4 horas Informar de abuso
tambien hay que ser bastante pelotudo para andar clikeando todo .... Ah bueno, pero la mayoría de los que son "face adictos" tienen esa particularidad.
Respuestas (3)

20Tenés que entrar para calificar este comentario positivamente.Tenés que entrar para calificar este comentario negativamente.2Sergio hace 3 horas Informar de abuso
En esta vida moderna,siempre se esta a un "click" de los PEL0TUD0S!!!.
Responder

4Tenés que entrar para calificar este comentario positivamente.Tenés que entrar para calificar este comentario negativamente.0Alejandro hace 1 hora Informar de abuso
HAY QUE CERRAR FACEBOOK!! NO POR LOS HACKERS SINO POR LA INFORMACIÓN PERSONAL QUE SE COMPARTE. INGRESAS TUS DATOS Y ANDA A SABER QUIEN LOS PUEDE ROBAR Y UTILIZAR DEL OTRO LADO DEL MUNDO SIN QUE TE DES CUENTA!!!
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domingo, 21 de agosto de 2011

SE COMPRUEBA QUE ESTAMOS SEPARADOS POR SEIS GRADOS

Se comprueba la teoría de los "Seis grados de separación"
Yahoo! y Facebook se unen para confirmarla.
Sábado 20 de Agosto del 2011 | 11:37

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La teoría de los "seis grados de separación" estipula que cualquier persona del mundo puede enviar un mensaje a otra que no conozca a través de sólo seis intermediarios. Por eso, Yahoo! y Facebook pusieron en marcha una iniciativa para confirmar la teoría usando la inmensa red social.
Esta teoría, inicialmente propuesta en 1930 por el escritor húngaro Frigyes Karinthy (Chains), fue también recogida más recientemente en el libro del sociólogo Duncan Watts, Six Degrees: The Science of a Connected Age (2003).
La hipótesis asegura que es posible llegar a cualquier persona del planeta siguiendo una cadena de solo cinco intermediarios: siete individuos forman parte del proceso, contando el primero y el último.
Los sociólogos intenaron demostrar (o refutar) esta afirmación durante décadas. La teoría resulta muy interesante en la época actual de las redes sociales, que demuestran como nunca la viralidad de la que es capaz Internet y plasman de un modo gráfico las relaciones que se establecen que muchas veces resultan inesperadas.
"El Experimento del mundo pequeño se diseñó para probar la hipótesis de que cualquier persona del mundo puede hacer llegar un mensaje a cualquier otra con solo "seis grados de separación", explica la página del proyecto. Para ello tan solo se debe enviar un mensaje de un amigo a otro. "Los sociólogos han intentado demostrar (o refutar) esta afirmación durante décadas, pero sigue sin resolverse", añade.
El proyecto toma como inspiración un experimento realizado en 1967 por un sociólogo de Harvard, Stanley Milgram. Este envió unas 300 cartas a personas seleccionadas al azar de Nebraska, con la instrucción de hacer llegar la carta a un único "destinatario final": un agente de bolsa de Boston.
Facebook permite conectar a sus más de 750 millones de usuarios Milgram proporcionó a los remitentes cierta información sobre el destinatario final, como el nombre, la dirección y el trabajo, de modo que, si no le conocían personalmente, pudieran enviar la carta a alguien que conocieran y que fuera más cercano al destinatario final.
El descubrimiento final de Milgram resultó que, de todas las cadenas que llegaron al destinatario final (un 20%), el número medio de eslabones de la cadena era de solo seis, un resultado que se introdujo en la cultura popular con la expresión 'seis grados de separación'
"Dado que Facebook nos permite conocer no solo los amigos a los que la gente decide enviar sus mensajes, sino también todo el panorama social de sus más de 750 millones de usuarios, ahora podemos probar la hipótesis con rigurosidad", aseguran.
Para llevar a cabo el proyecto, el grupo invita a todos los usuarios a participar mediante una sencilla operación. El internauta debe hacer clic en el botón de participación de la página del proyecto para conocer el nombre del destinatario final que le ha sido asignado.
Tras esto, deberá elegir al amigo al que quiera enviar el mensaje. Esa persona recibirá las mismas instrucciones que este, y así sucesivamente. "Si todas las personas implicadas van reenviando el mensaje, este llegará al destinatario final. ¿Cuántas personas se necesitará para llegar al destinatario? Solo hay una forma de saberlo".
El grupo explica que al participar en este experimento, "no solo descubrirás cómo estás conectado con otras personas que, de otro modo, nunca habrías conocido, sino que también contribuirás al avance de la ciencia de las redes sociales".
La popularidad la teoría 'Seis grados de separación' llegó a la gran pantalla en 1993, con una película del mismo título protagonizada por Will Smith. También fue convertida en una serie de televisión de la estadounidense ABC, titulada Six degrees, que tan solo tuvo una temporada y se emitió entre 2006 y 2007.
Leer más: Tecnología, comrpobación, facebook, seis grados de separacion, teoría, yahoo, Duncan Watts, Frigyes Karinthy, Stanley Milgram

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miércoles, 17 de agosto de 2011

TRAMPAS EN FACEBOOK

ME PUSIERON UN -DESE POR ENTERADO-PERO NO LO CLIKEE
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ACTUALIDAD
Para evitar trampas en Facebook
Miércoles 17 de Agosto de 2011 05:23:23 |
Las redes sociales siguen sumando popularidad y son uno de los principales motivos del uso de Internet.

Sin embargo, sus usuarios se ven expuestos cada vez mas a amenazas informáticas que llegan en forma de trampa. Las que más se difunden hoy en Facebook son un falso link (lo difunden los contactos sin saberlo) a un video con contenido sexual y el botón “ no me gusta ”.

Para no contagiarse y así no correr riesgos de que un hacker tenga el control de nuestra PC, lo mejor es tener en cuenta unos consejos que brinda la empresa de seguridad Eset.

--- No hacer clic en links sospechosos. Lleguen por chat, mail o alguna red social. Por más tentador que sea, hay que contenerse.

--- No acceder a sitios de dudosa reputación.

--- Actualizar el sistema operativo y aplicaciones. Los hackers suelen ingresar a las PC por los “agujeros” de los programas, así que si se actualizan con los últimos parches, mejor.

--- Aceptar sólo contactos conocidos.

--- Descargar aplicaciones desde sitios web oficiales. En otros sube el riesgo de que lo que se baje sea “otra cosa”.

--- No ejecutar archivos porque sí.

--- No ingresar información personal en formularios dudosos.

--- Usar contraseñas fuertes. Con letras, números y 8 caracteres. /clarin.com
Fuente: http://www.clarin.com/sociedad/Facebook-consejos-evitar-trampas_0_537546330.html



DESE POR ENTERADO-PERO NO LO CLIKEE
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sábado, 13 de agosto de 2011

MITOS SOBRE FACEBOOK

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ACTUALIDAD
Cinco mitos sobre Facebook
Sábado 13 de Agosto de 2011 04:13:12 |
Facebook es un gigante de la red que ha tenido impacto en todos los ámbitos posibles, desde el psicológico al social y por lo tanto no requiere presentación a casi 7 años de existencia y 750 millones de usuarios registrados. Dicha presencia en la vida de las personas y el impacto económico que supone en el mercado de internet provoca informaciones cruzadas, acusaciones falsas, virtudes exageradas y todo tipo de especulaciones al respecto de su nada santo pero, por sus números, impune actuar. Dentro de estas tantas formas de desprestigiar o de ensalzar a la red social de Mark Zuckerberg encontramos algunas nuevas falencias lógicas o expresiones víctimas del desconocimiento, y te las presentamos con estos nuevos 5 mitos sobre Facebook.

Facebook es de los más jóvenes, especialmente mujeres

Si eres adolescente o transitas tus 20 y miras tu lista de amigos puede que el promedio adultos/jóvenes te haga pensar lo contrario, pero Facebook ha dejado de ser monopolio de los más mozos desde hace un año. Para graficar esto lo mejor son los datos, y por eso basándonos en las estadísticas aportadas por Facebook Demographics a marzo de este año explica que en los Estados Unidos, la cantidad de usuarios de 13 a 17 es de 20.6%, y la de 18-25 ocupa un 25.8%. Es decir, la porción más joven (y acentuando en el “más” para no ganarme el odio justificado de los de 26 en adelante) es de 45.8%, dejándole el resto de la torta al grupo de 26-34 con un 26.1%, a los de 35-44 con un 14.9%, 45-54 con 8% y 55 y más con 4.6%. ¿Sorpresa? Para muchos sí. Otro mito menor es el que dice las mujeres son mayoría, y esto no es cierto por estas horas, pues en las mismas estadísticas globales se dice que los hombres tienen un 51.2% de Facebook sobre el 48.8 de las mujeres. Algunos sitios explican que estos dos mitos se basan en la actividad que cada población comparada tiene en Facebook, siendo los más jóvenes y las mujeres las más presentes en la red.

Facebook sucumbirá ante Google+

Repetimos: Microsoft aporta más de 50 millones al año en publicidad a Facebook. Pero además de esto, 750 millones de usuarios cómodos, mimados (los cambios en la privacidad fueron determinantes), en gran porcentaje a gusto y lo más importante: acostumbrados, no se irían de un momento a otro a Google+ por más evolucionado o útil que este pudiera llegar a ser en algún momento. Sabemos que Google+ superó records en cuanto a suscritos en sus primeros días a la red social (en parte por la novedad, exclusividad y curiosidad de cómo sería la red social de Google), pero esto no significa que todos sean usuarios activos o que dejen Facebook. La base de usuarios que tiene la red social de Zuckerberg es inaudita, y más allá de que la mayoría de las personas son reticentes al cambio en cuestiones informáticas a las que se acostumbran (a Facebook no lo utilizan los geeks solamente, el 60% de los 750 millones de los usuarios entra a la red por Facebook, el correo y a buscar algún tipo de información), hay que ser realistas y entender que Google+ no proporciona algo realmente nuevo a la gran masa de usuarios a los que las políticas de privacidad y la publicidad desbordante no les priva de pasarla bien en Facebook. Según mi propio parecer, si Google+ se consolida, ambas pueden convivir plenamente tanto como lo hacen Gmail, Hotmail y Yahoo implementando novedades todo el tiempo. Recordemos que hoy hay aproximadamente 1600 millones de internautas, pero para el 2016 el número se estirará a 2100, y la posibilidad de elección es una de las cosas más lindas que tiene internet.

Facebook incluirá el botón No me gusta oficialmente

¿Se imaginan la portada de la página de Coca-Cola en Facebook con 3 millones de “No me gusta”? Esta es la principal razón por la que Facebook no está pensando ni se ha puesto a pensar en aplicar el deseo de millones de usuarios de manifestarse su desagrado ante un contenido o publicidad. Es cierto que muchas veces nuestros amigos de Facebook hacen comentarios que más que un No me gusta deberían llevarse un Eliminarte de mi vida, pero esto no le sirve a Facebook. La compañía se mueve por publicidad como veremos en uno de los próximos mitos sobre Facebook, y aquella que es más importante es la social o contextual social, que -en lenguaje coloquial-, se beneficia de que a ti te guste un producto y lo manifiestes, pues alguien que tiene una relación contigo entenderá que el producto promocionado tiene más que ver con él por compartir gustos contigo. Ergo, más posibilidades de calar en tu subjetividad y hacerte comprarlo. Si tu amigo le pone “No me gusta” al producto, la psicología funciona de la misma manera, pero de manera desventajosa para las empresas. Lo mismo para Facebook en cuanto a comentarios, estados, fotos o cosas compartidas, pues a la red le interesa que tengas muchos amigos (por la publicidad, por supuesto) y que te andes peleando por ponerle “no me gusta” a un comentario es perjudicial para su modelo. Una demostración de esto es lo escondida que está la opción para borrar amigos. La lógica que también describe esto es que Facebook jamás incluirá oficialmente un botón No me gusta tanto como Google+ jamás incluirá un botón -1 o que Bill Gates jamás incluirá una opción para instalar Linux en el Panel de Control de Windows 8. Así que si ves algo al respecto del botón No me gusta; escapa, probablemente sea malware o una estafa.

Facebook será destruido el cinco de noviembre por Anonymous

Como seguro es sabido por los más asiduos visitantes de este sitio, Anonymous, según definición de Wikipedia (seguramente moderada por ellos) es: un grupo anónimo que inicia acciones de desobediencia civil activas y las difunden (o ejecutan) a través de internet. Originados en 2003 tomando como base 4chan, representan el concepto de mancomunación digital anónima y anárquica, como un “cerebro digital global”. Con la repercusión de los ataques DoS asumidos por Anonymous en el pasado y la constante acusación que recae sobre ellos se han convertido en los sospechosos de siempre, pero ahora parecen querer justificar su mote lanzando un comunicado en el que expresan que lanzarán un ataque para destruir a Facebook el 5 de Noviembre poniendo como motivador algo que ojalá fuera un mito: Facebook tiene algunas prácticas reprochables, como quedarse información privada, números telefónicos o enviar datos de encuestas para estudios a través de aplicaciones. Si bien los últimos dos no parecen ser prácticas recurrentes en Facebook pero sí altamente reprochable, Anonymous plantea derrocarlos con esta premisa como emblema. Justificados o no, Anonymous no tiene la fuerza necesaria (en cantidad de usuarios activos y con el conocimiento, voluntad, etc.) para tirar abajo la estructura informática de Facebook, un sitio que a nivel técnico soporta el 75% de la audiencia diaria de internet, un número con el que Anonymous no puede ni soñar. Por otra parte, gran cantidad de los miembros de Anonymous (o que dicen serlo) han manifestado estar en desacuerdo con la medida, por lo que siendo que la base de Anonymous es “somos todos”, la no presencia de algunos hacen que los todos se vuelvan menos, por lo que la amenaza pierde fuerza. De todas formas, habrá que esperar al 5 de Noviembre, donde los ingleses actualizarán sus estados en Facebook como todos los días, pero celebrando la Bonfire Night o el fracaso de la conspiración de la pólvora.

Facebook dejará de ser gratis

Todos los que durante el periodo 2000-2010 no estuvimos en coma o desconectados de la red mandamos a la casilla de spam alguna vez aquellos mensajes que ponían “Si no haces X cosa, la compañía Y cerrará o dejará de ser gratis”. La mayoría de las veces, el protagonista de estos Forwards que nacen del aburrimiento de la gente maliciosa era MSN Messenger, y con la historia a favor, podemos juzgar que nada le ha pasado a su gratuidad. Con Facebook sucederá lo mismo. El modelo de negocios de las redes sociales masivas no tiene como objetivo directo ganar dinero a través de millones de membresías que cumplan regularmente con sus pagos, sino mediante publicidad social y contextual, publicidad según las preferencias de tus amigos; publicidad dirigida; el anunciante direcciona la campaña a diferentes prospectos; e interactiva, donde el prospecto debe involucrarse activamente con la publicidad (si eliminas una, te pedirá que especifiques el porqué, por ejemplo.) Más allá de la presión indirecta de las compañías que publicitan en Facebook para que éste no sea de pago, Mark Zuckerberg reinvirtió parte de lo ganado en una infraestructura informática gigantesca para sostener el tráfico generado y el contenido publicado, por lo que si empezara a cobrar, además de los créditos, y se le fuera un 70% de los usuarios hoy activos, el negocio seguiría siendo rentable, pero sin expectativas de crecimiento sino lo contrario. Y ningún millonario ni las compañías que tiene al lado quieren eso para un coloso de la red que cada día aspira a ocupar más espacios en la vida de sus usuarios.

La idea con estos mitos sobre Facebook no es defender a Facebook ni mucho menos, sino una guía sencilla evadir algunos comentarios del sentido común y pararnos en el marco de la realidad para criticar lo que haya que criticar con hechos o lógicas más sólidas y no con elucubraciones fundadas en el aburrimiento o en la intención de dañar. Como todos los gigantes, Facebook tiene defectos vomitivos y supuestamente intenciones ocultas que desconocemos, pero sólo los primeros pueden criticarse, pues lo segundo son eso: Suposiciones sobre lo desconocido. En el tintero quedaron muchos otros mitos sobre Facebook que todavía no tratamos por no estar totalmente convencidos de la información expuesta para rebatirlos. Algunos de ellos son los que proponen que Zuckerberg se robó la idea de Facebook de compañeros de Harvard, que Facebook va abrir un servicio de música propio o que afecta tus habilidades sociales. Lo mejor es seguir leyendo y evitar sacar conclusiones apresuradas.


Fuente: http://www.abc.es/20110813/medios-redes/abci-cinco-mitos-sobre-facebook-201108130836.html

viernes, 5 de agosto de 2011

FACEBOOK EN ESTADO DE ALERTA

¿Está Facebook en estado de alerta ante el crecimiento de Google+?La red de Mark Zuckerberg podría anunciar mejoras en las próximas semanas
Hasta la fecha ninguna compañía suponía una amenaza para Facebook
En solo un mes, Google+ ha conseguido 25 millones de usuarios
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Aunque Facebook es la red social por excelencia, la llegada de Google+ puede ’amenazar’ su liderazgoSpencer E Holtaway (CC @ Flickr)

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Una de las novedades de Google+ es la forma de presentar a tus amigos.RTVE.es
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Google+ tiene una apariencia similar a FacebookRTVE.es
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RTVE.es / EUROPA PRESS 05.08.2011 - 11:02hDesde que salió al mercado, a finales del pasado junio, el crecimiento de Google+ ha sido vertiginoso. En solo un mes desde su lanzamiento, el nuevo proyecto social de Google ya cuenta con 25 millones de usuarios, y eso que todavía está en periodo de pruebas.

Por ello, es posible que los responsables de Facebook -con 750 millones de cuentas- estén empezando a ponerse nerviosos ante el rápido crecimiento del que se perfila como su principal competidor.

El equipo de ingenieros de Facebook se encuentra en "estado de alerta" trabajando de forma intensiva
Ante esta 'amenaza', según informa Businnes Insider, el equipo de ingenieros de Facebook se encuentra en "estado de alerta" trabajando de forma intensiva en conseguir nuevas mejoras para la red fundada por Mark Zuckerberg.

El portal cita una respuesta publicada en Quora por un supuesto ingeniero de Facebook que define este estado como lockdown (literalmente 'bloqueo'), una expresión que consiste en un estado autoimpuesto por la compañía de mayor trabajo y rendimiento.

En la pregunta planteada en la web de Quora, el usuario asegura que Facebook "ha cancelado varios eventos programados este verano en respuesta a Google+" y el ingeniero confirma que "no es ningún secreto" que exista ese estado de alerta en la compañía.

Mejoras para contrarrestar a Google+
Nada más conocerse la llegada de Google+, el propio Mark Zuckerberg anunció a un grupo de periodistas una novedad "impresionante", y solo una semana después presentó la alianza entre Facebook y Skype para que los usuarios pudieran hablar por videoconferencia en la red social.

Solo una semana después de llegar Google+, Facebook anunció una alianza con Skype
Desde entonces, el equipo de ingenieros está llevando a cabo un trabajo intensivo enfocado en conseguir determinadas mejoras que puedan contrarrestar la popularidad de Google+.

Algunas de esas mejoras, según recoge el diario británico The Guardian, podrían ser ampliar la cantidad de contenido que aparece en las 'últimas noticias' de cada usuario y algunos cambios que girarían en torno a la función del botón 'Me gusta'.

¿Confirmación en las próximas semanas?
Aunque Facebook no ha confirmado oficialmente ninguna de estas actualizaciones, durante las próximas semanas se celebrará Facebook F8, la conferencia de desarrolladores de la red social y que podría ser el foro en el que Mark Zuckerberg decida anunciar los nuevos cambios.

De todas formas, no es la primera vez que Facebook vive un 'estado de alerta' parecido, ya que sus desarrolladores trabajaban a marchas forzadas cuando sacaron Facebook Places y distintas mejoras de la popular red social.

Está por ver si el crecimiento de Google+ se mantiene al mismo ritmo en las próximas semanas, y si el lanzamiento oficial del proyecto -está previsto para este otoño- supone un espaldarazo definitivo para la nueva red o si se queda solo en un 'proyecto', como sucedió con las anteriores incursiones de Google en las redes sociales con Wave y Buzz, que nunca han funcionado como esperaban los responsables del buscador.
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RTVE

sábado, 2 de julio de 2011

LO NUEVO DE FACEBOOK SE VIENE YA

ACTUALIDAD
El "impresionante" anuncio de Facebook es... ¡videochat!
Viernes 01 de Julio de 2011 18:09:55 |
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Más temprano estábamos especulando sobre el supuestamente “increíble” anuncio de Facebook de la próxima semana. Los rumores apuntaban a que se trataría de algo que tuviese que ver con móviles, sin embargo, según publica TechCrunch, la novedad será un sistema de videochat, consignó el sitio fayerwayer.com.

Una de las características más alabadas de Google+ es Hangouts, su sistema de videoconferencias múltiples. No sería raro que a la vista de esto, Facebook adelantara el lanzamiento de algo que al parecer se viene preparando hace bastante tiempo.

De acuerdo con TechCrunch, Facebook se asoció con Skype para ofrecer este servicio, que funcionaría directamente desde el navegador. El producto habría sido desarrollado por Skype, e incluirá un “componente de escritorio”. No está claro si eso significa que sólo funcionará en PCs donde haya Skype instalado, o si hay que instalar otra cosa, pero ya veremos.

Facebook y Skype han estado trabajando en conjunto desde hace algún tiempo en la integración de varias características de la red social en el programa de videollamadas. Al revés, esto ahora se trata de integrar algo de Skype en Facebook. Podría convertirse en una jugada maestra para el software de video y voz, considerando que le podría dar acceso a 750 millones de usuarios. Skype tiene actualmente alrededor de 170 millones de usuarios.
Fuente: http://www.fayerwayer.com/2011/07/el-anuncio-de-facebook-de-la-proxima-semana-es-videochat/

contexto

jueves, 22 de julio de 2010

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Mary Esposito http://www.youtube.com/watch?v=FItw-bIfASkAlberto Caccia - "Forza Cavani Alè" (Napoli 2010-2011)
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La canzone inedita del cantautore Alberto Caccia, dedicata al nuovo attaccante del Napoli, Edinson Cavani. Scarica GRATIS la canzone dal sito http://www.albertocaccia.135.it/
Hace 38 minutos · Comentar · Me gusta.Silvia Buono Es completamente cierto, y así lo prueba la historia que en este mundo no se consigue nunca lo posible sino se intenta lo posible una y otra vez, esta selección marco el camino y nos desmostro que se puede, bien, bien, buenisimo!!!!
El Martes a las 15:48 · Comentar · Me gusta · Ver comentarios (1)Ocultar comentarios (1) · DenunciarA Carina Vivas le gusta esto..Mary Esposito http://www.youtube.com/watch?v=FItw-bIfASk FUERZA CAMPEONES! FUERZA CAVANI!Alberto Caccia - "Forza Cavani Alè" (Napoli 2010-2011)
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El Martes a las 13:11 · Comentar · Me gusta · Ver comentarios (1)Ocultar comentarios (1) .A Pablo Cuello Martínez le gusta esto..Pablo Cuello Martínez http://www.youtube.com/watch?v=gf_aMsXC2IYGolden Vuvuzelas - Forlan Super Campeones
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Golden Vuvuzelas hizo un tema increíble sobre Diego Forlán usando la música de Mazinger Z. Ahora para completar el tributo, nosotros contribuímos humildemente con este video animado homenaje a Forlan, La Selección Uruguaya y la mejor serie de fútbol de todos los tiempos: Super Campeones (Captain...
El Martes a las 10:42 · Comentar · Me gusta.Sandy Fernandez Holis, amigos celestes,hoy les mando un fuerte abrazo por este dia y les confiezo que extraño los dias de partido,feliz dia besos para todos.
El Martes a las 9:36 · Comentar · Me gusta · DenunciarAmanda Green http://www.panamashoes.com/
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El Martes a las 8:01 · Comentar · Me gusta.Francesca Rosiello http://www.youtube.com/watch?v=FItw-bIfASkAlberto Caccia - "Forza Cavani Alè" (Napoli 2010-2011)
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El Martes a las 8:00 · Comentar · Me gusta.Ahmed M Dido im from egypt and i ♥ forlan,suarez and lugano 2 much
El Lunes a las 21:44 · Comentar · Me gusta · DenunciarMari Bandzul Yo vi a Uruguay haciendo historia en Sudáfrica 2010!!! para todos los que no daban NADA por nosotros. para los que todavia se piensan que esto es un sueño del q no queremos despertar. para los que quedaron afonicos de gritar cada gol y vivieron la fiesta....
El Lunes a las 19:49 · Comentar · Me gusta.Agustina Sofia Rojas Rosales TE AMO MESLERAAAAAAAAAAAAAAAAA SS MI GRAN I UNICO IDOLO PERO IDOLO IDOLO!!!
El Lunes a las 13:48 · Comentar · Me gusta · DenunciarJorge Castellano UN TIRON DE OREJAS PARA EL CAPITAN DE NUESTRA SELECCION.(DIEGO LUGANO) Q LA COMPANIA Q EL LE HACE PROPAGANDA.. QUE ESTA MAS Q (CLARO ) Q ES POR DINERO Q EL LO HACE.. PERO ESA COMPANIA SE ESTA APROVECHANDO DEL PUEBLO URUGUAYO CON CONTRATOS DE COMUNICACIONES Y CEL DE MANERA ENGAÑOSA Y ENBAUCANDO EL PUEBLO URUGUAYO... T...E PONGO ESTO XQ ME PARECE Q SOS UNA BUENA PERSONA Y NO PODES PERMITIR Q JUEGEN CON TU IMAGEN XQ SOS REFERENTE PARA MUCHOS NIÑOS Y ADOLECENTE....Ver más

El Lunes a las 13:13 · Comentar · Me gusta · DenunciarKarina Rodriguez A la selección uruguaya del mundial 2010 la BANCO A MUERTE Porque es la primer selección en años que nos hace emocionar, porque son humildes, porque dejan todo en la cancha y porque la mano de Dios es uruguaya!!!!!!!
Atleta:A 1.039 personas les gusta esto.
El Lunes a las 7:27 · Comentar · Me gusta.Adrian Bungi URGUAY SALIO CUARTO EN EL MUNDIAL!!! AHORA ES POTENCIA!!!!!!!!! OJO!!! JAAJAJAJAJAJ
18 de julio a las 18:13 · Comentar · Me gusta · DenunciarIsabel Farriols La celeste...nos llena de amor, orgullo, nos reconcilia con tantas cosas!!!!!
18 de julio a las 18:01 · Comentar · Me gusta · Ver comentarios (1)Ocultar comentarios (1) · DenunciarA Nilda Sanchez Siri le gusta esto..Natalia Henderson IMPECABLE LA CELESTE!!! ORGULLOSA DE SER URUGUAYA, GRACIAS SELECCIÓN!!!!
18 de julio a las 13:38 · Comentar · Me gusta · Ver comentarios (1)Ocultar comentarios (1) · DenunciarA Nilda Sanchez Siri le gusta esto.